Na edição do Jornal do Tocantins desta sexta-feira, 08 de Abril, a principal manchete trouxe uma notícia que antes víamos somente nos noticiários internacionais. No Rio de Janeiro, um jovem matou 11 estudantes e feriu vários o Na edição do Jornal do Tocantins desta sexta-feira, 08 de Abril, a principal manchete trouxe uma notícia que antes víamos somente nos noticiários internacionais. No Rio de Janeiro, um jovem matou 11 estudantes e feriu vários outros, suicidando-se em seguida. Em Palmas, na Escola Municipal Aurélio Buarque de Holanda, um aluno que supostamente teria sido repreendido na escola, foi para casa e tomou veneno tirando a sua própria vida. Com certeza, os acontecimentos são muito distintos. Entretanto, uma coisa há em comum: ambos tinham comportamentos diferentes e se eximiram de serem avaliados em vida, cometendo suicídio e o espaço escolar que deveria ser de vida e liberdade, comporão os cenários das investigações.
Investigar uma morte é algo necessário e muito importante. Encontrar o(s) culpado(s) é uma necessidade humana. É como se ao encontra-lo nossas consciências se aliviassem e o fato passa a ser aceito como superado, normal. A sociedade anseia ver os culpados “pagando pelos seus erros”. No entanto, é triste visualizar o que acontece pela ansiedade de ver “as coisas esclarecidas”.
A matéria publicada, embora utilize as palavras e frases adequadas como: “teria sido vitima de Bullying” entre outras, convocou a sociedade à reflexão e essa, por sua vez, se apressa em julgar e, antes que qualquer investigação seja realizada, antes que aja qualquer possibilidade de defesa, os educadores dessa unidade escolar são condenados, culpabilizados por aqueles que sequer souberam do que realmente ocorreu na escola.
Creio que é hora de debatermos o que é Bullying. É hora de (re) discutir o papel da escola na vida das pessoas, pois como diria Paulo Freire em seu livro Educação como prática da liberdade: “Educar é um ato de amor, por isso um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora, sob pena de ser uma farsa." Tentar impor limites, organizar, orientar e por consequência disso, ensinar, não pode jamais ser visto como “agressões psicológicas”. Se há o bullying ele deve ser debatido, compreendido e banido do seio da escola. Mas se ele existe nesse caso, os educadores já estão sendo vitimados. E, se é certo afirmar “não julgueis para que não sejais condenados”(Mt 7: 1-5) que Deus nos perdoe a todos.
utros, suicidando-se em seguida. Em Palmas, na Escola Municipal Aurélio Buarque de Holanda, um aluno que supostamente teria sido repreendido na escola, foi para casa e tomou veneno tirando a sua própria vida. Com certeza, os acontecimentos são muito distintos. Entretanto, uma coisa há em comum: ambos tinham comportamentos diferentes e se eximiram de serem avaliados em vida, cometendo suicídio e o espaço escolar que deveria ser de vida e liberdade, comporão os cenários das investigações.
Investigar uma morte é algo necessário e muito importante. Encontrar o(s) culpado(s) é uma necessidade humana. É como se ao encontra-lo nossas consciências se aliviassem e o fato passa a ser aceito como superado, normal. A sociedade anseia ver os culpados “pagando pelos seus erros”. No entanto, é triste visualizar o que acontece pela ansiedade de ver “as coisas esclarecidas”.
A matéria publicada, embora utilize as palavras e frases adequadas como: “teria sido vitima de Bullying” entre outras, convocou a sociedade à reflexão e essa, por sua vez, se apressa em julgar e, antes que qualquer investigação seja realizada, antes que aja qualquer possibilidade de defesa, os educadores dessa unidade escolar são condenados, culpabilizados por aqueles que sequer souberam do que realmente ocorreu na escola.
Creio que é hora de debatermos o que é Bullying. É hora de (re) discutir o papel da escola na vida das pessoas, pois como diria Paulo Freire em seu livro Educação como prática da liberdade: “Educar é um ato de amor, por isso um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora, sob pena de ser uma farsa." Tentar impor limites, organizar, orientar e por consequência disso, ensinar, não pode jamais ser visto como “agressões psicológicas”. Se há o bullying ele deve ser debatido, compreendido e banido do seio da escola. Mas se ele existe nesse caso, os educadores já estão sendo vitimados. E, se é certo afirmar “não julgueis para que não sejais condenados”(Mt 7: 1-5) que Deus nos perdoe a todos.
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